• «Falar Lisboa» de Setembro 2008 (13.08.2008)
  • «Falar Lisboa» de Julho 2008 (20.06.2008)
  • ADIADO «Falar Lisboa» de Maio de 2008 (15.05.2008)
  • Debate sobre a Baixa Pombalina (15.03.2008)
  • 29 | 08 | 2008 Version française Français
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    O HABITAR DO III MILÉNIO

    A seguir
  • Abaixo-assinado
    Inscrição do Aqueduto das Águas Livres de Lisboa na Lista de Património Mundial e posterior classificação a Património da Humanidade
  • O que pensamos sobre...
  • A prática da Gestão Urbana
  • Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT)
  • Alienação de Património Municipal
  • Proposta para a Baixa Pombalina
  • Nos nossos dias, as cidades transformaram-se num tecido caótico em que o antigo se perde e o novo carece, quase sempre, de qualidade. Onde o desconforto, as agressões, a fealdade e a desordem são as notas dominantes.

    Isto aparece-nos como uma maldição a que, em nome do progresso, não poderemos fugir. Mas onde está esse progresso? A cidade moderna torna mais felizes os seus habitantes, ou, ao contrário, será ela a nova cidade dos escravos?

    Afrontam-se nela dois mundos: a cidade antiga e a urbanização moderna, a tradição urbana e as mutações técnicas. O segundo devora o primeiro. As construções novas tomam o lugar das antigas, destroçando os espaços organizados ao longo de séculos e instaurando a desorganização generalizada.

    Os dois são necessários. Só que terão de conviver e não de lutar. Há que torná-los compatíveis, procurando os aspectos complementares pelos quais os dois tecidos se deverão enriquecer e proporcionar aos que os habitam o espaço para uma existência agradável.

    O caminho é este: separar as duas realidades, guardando a cada uma o seu carácter. Separar, unindo, isto é, ligando-as através das redes técnicas e de circulação, permitindo-lhes a construção harmoniosa do organismo urbano do futuro.

    A cidade antiga tem pois um papel a desempenhar no destino urbano dos homens das gerações futuras.

    É nesta perspectiva que se situa a actuação da OPRURB, visando preparar intervenientes e público de modo que as intervenções nos centros e bairros antigos levem à manutenção da sua historicidade activa que é a de continuarem a ser cidade para os homens de hoje e de amanhã.

  • O que fazemos?

  • Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana
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